CABINE DE CONTENÇÃO STD PARA SINDROMES RESPIRATÓRIAS COVID 19

Produto novo

Quando o paciente tosse, espirra ou fala ele libera aerossol que contém partículas
virais.
Essas partículas virais ficam no ar e no ambiente hospitalar e podem contaminar
outras pessoa. Por isso, tantos profissionais da saúde são contaminados durante
surtos e epidemias dessas doenças.
Diminuir a dispersão de partículas virais, isolando o paciente, reduz o risco de
contaminação .

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KIT DE SISTEMA DE CONTENÇÃO STD PARA SINDROMES RESPIRATÓRIAS

isolamento um acessório para realização de ventilação não invasiva (VNI) e oxigenioterapia de alto fluxo em pacientes com infecções respiratórias altamente transmissíveis. Isolando o paciente e assim reduzindo a dispersão de partículas virais no ambiente.

EX. COVID-19, MERS, SARS e H1N1

Por que isolar esses pacientes de COVID ?


Quando o paciente tosse, espirra ou fala ele libera aerossol que contém partículas
virais.
Essas partículas virais ficam no ar e no ambiente hospitalar e podem contaminar
outras pessoa. Por isso, tantos profissionais da saúde são contaminados durante
surtos e epidemias dessas doenças.
Diminuir a dispersão de partículas virais, isolando o paciente, reduz o risco de
contaminação do ambiente e assim a chance de contágio da doença.

Qual indicação de uso deste sistema de isolamento ?


É indicado no isolamento de pacientes durante sessões de terapia ventilatória
não invasiva, oxigenioterapia de alto fluxo e ventilação mecânica, durante a
internação hospitalar, na fase de transmissão da doença. O objetivo de sua
utilização é reter a dispersão de partículas virais no ambiente hospitalar dispensando a necessidade de leito hospitalar isolado, com fluxo de ar laminar e
pressão negativa.

Como o funciona ventilação não invasiva (VNI) para COVID?


A aspiração pode ser feita pela rede de vácuo do hospital ou por
bomba de aspiração de gases.
Os aerossóis das vias aéreas liberados pelo paciente ficam contidos
dentro da Capa Plástica.
O ar do interior da capa é filtrado, com a retenção das partículas virais,
antes de ser devolvido ao ambiente hospitalar.
Assim ocorre uma diminuição da dispersão das partículas virais,
potencialmente infecciosas, no ambiente.


Como usar
Lembre sempre:


As decisões de procedimentos médicos e metodologias para contenção de pacientes com infecções respiratórias são de responsabilidade do médico.


Nunca esqueça:


Usar o  não substitui o uso de EPI e não dispensa os protocolos padronizados
para tratamento de pacientes com doenças respiratórias contagiosas.
VNI e COVID-19
Pacientes com infecção respiratória apresentam diminuição da oxigenação do sangue (hipóxia).
Se a diminuição do oxigênio no sangue não é muito severa e o paciente consegue respirar sozinho, ele pode ser
colocado em VNI. Geralmente, somente pacientes críticos são intubados.
Mas devido ao alta liberação de aerossol respiratório durante a VNI, o protocolo para pacientes com COVID-19 é intubação precoce.


Ou seja, o paciente com COVID-19 que poderia fazer VNI, vai direto para intubação para reduzir a contaminação do ambiente e assim dos profissionais de saúde.
Seu funcionamento baseia-se em dois mecanismos de segurança:


(1) a criação de uma barreira física entre o paciente e o ambiente
(2) a filtragem do ar potencialmente contaminado
A barreira física é feita pela Capa Flexível fixada ao leito hospitalar.
A filtração do ar do interior do espaço criado pela Capa Flexível é realizada pelo Filtro Bacteriano Viral conectado ao Tubo Silicone 


Como o diminui a dispersão de vírus no ambiente, ele possibilita que o paciente de COVID-19, que não está em situação crítica, possa fazer VNI sem precisar ventilador e UTI.


Como fazer VNI  ?


01 - Seguir o mesmo procedimento para montagem do sistema;
02 - Colocar a máscara com circuito de VNI no paciente, antes da colocação da capa flexível;
03 - Ligar o equipamento de VNI somente após todo o sistema  estar instalado
e a aspiração de vácuo ligada;
04 - Desligar o equipamento de VNI para trocar o kit .

O  CASULO DE CONTENÇÃO STD PARA SINDROMES RESPIRATÓRIAS é um inovador equipamento hospitalar desenvolvido para auxiliar no tratamento de pacientes com covid-19.

O casulo ao isolar o paciente e filtrar o ar potencialmente contaminado, oferece assim maior segurança ao ambiente hospitalar. Esta situação, através de ventilação não invasiva (VNI), auxilia no tratamento da hipóxia e, ao mesmo tempo, aumenta a segurança dos profissionais no processo de intubação e extubação dos pacientes.

A COVID-19 é uma doença causada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) com manifestação clínica variada, que vai desde sintomas gripais até quadros de pneumonia grave1. O SARS-CoV-2 possui um alto poder de transmissibilidade, principalmente através de aerossol produzido pela expiração, tosse ou espirro de pessoas infectadas1,2. Em virtude dessa característica de transmissão, a nova doença já apresenta alta incidência de contaminação das equipes de saúde, seguindo os padrões de outras SARS, como os casos observados de SARS-CoV-1 durante o surto no Canadá, em 2003, em que metade dos casos foram causados por contaminação nosocomial aos profissionais de saúde2.

A orientação para a abordagem de pacientes com COVID-19, que evoluem para insuficiência respiratória, além do isolamento3,4, é a intubação orotraqueal precoce e manutenção em ventilação mecânica5,6. A ventilação não invasiva (VNI), mesmo quando indicada no tratamento da hipóxia, não vem sendo realizada, para evitar a contaminação do ambiente hospitalar por partículas virais suspensas em aerossóis, gerados pela pressão positiva de ventilação em máscaras ou alto fluxo de oxigênio em cateteres nasais2,7,.  

Segundo o compêndio instrucional proposto pelo Comitê Consultivo dos Centros de Controle de Doenças e Prevenção e Controle de Infecção em Saúde (CDC-HICPAC)3, os cuidados à saúde conciliados à precauções padrões e procedimentos de isolamento, representam uma estratégia eficaz na luta contra a transmissão de agentes infecciosos. No entanto doenças emergentes como o caso da COVID-19, impõe necessidade de métodos adicionais aos padrões já conhecidos.

Tendo em vista a proporção mundial que a COVID-19 alcançou, e especificamente no Brasil, que se tornou um dos epicentros de acometimento populacional, infraestruturas emergências são demandadas a todo momento, exigindo insumos, desde respiradores de alta complexidade a equipamentos de proteção individuais em grande número. Este cenário cria uma situação de insuficiência de recursos financeiros e logísticos necessários, bem como de necessidade de incremento de profissionais de saúde capacitados.

Dentro do arcabouço das premissas metodológicas de contenção de transmissão de doenças infecciosas, através de contato, gotículas e aerossóis, para realização de oxigenioterapia não invasiva em portadores de COVID-19 tem sido exigido o isolamento dos pacientes em sala individual com pressão negativa e renovação do ar através de filtragem de alta eficiência utilizando filtros HEPAS certificados8. Essas exigências têm inviabilizado o uso de técnicas de ventilação não invasiva em pacientes portadores de COVID-19 por indisponibilidade logística. O desenvolvimento de barreiras efetivas, economicamente viáveis, com comprovação científica de segurança, que permitissem o uso em enfermarias coletivas de oxigenioterapia não invasiva em pacientes COVID-19 é estimulado por poder beneficiar pacientes, facilitar a logística do enfrentamento da atual pandemia e diminuir as taxas de infecção de profissionais de saúde.

 

  1. Análise

O sistema de isolamento , foi delineado a partir de orientações experimentais executadas no Laboratório de Ressonância Magnética Nuclear (RMN) da Universidade Federal de São Carlos – UFSCar (São Carlos – SP), através de monitoramento químico. Em que o marcador molecular, uma solução de cafeína 1% (m/m), foi aerossolizada a 200 psi; 2 mL/s; volume de 10 mL, no interior do sistema de isolamento, com finalidade de saturar o ambiente interno. Concomitante o sistema sofreu aspiração contínua através do vácuo hospitalar. Sensores sentinela foram posicionados em pontos estratégicos de possíveis fragilidades do sistema de isolamento, onde saiam/entravam equipos, mangueiras e cabos de monitoramento do modelo experimental e em pontos de controle positivo.

As simulações realísticas para submissão do sistema às condições extremas, de saturação ambiental pelo marcador molecular, com administração de VNI, bem como, avaliação do tempo máximo de segurança para utilização KIT ininterruptamente, sucederam-se por 1300 minutos em ambiente acadêmico e hospitalar. Os sensores sentinela coletados durante o ensaio experimental, foram analisados por espectroscopia de ressonância magnética nuclear de hidrogênio (RMN de 1H), com rigor analítico de limite de detecção de 1 ppm.

O modelo final do sistema de isolamento DO SISTEMA, a partir dos resultados obtidos, consta de capa flexível bhio suplly 5m x 4m; conector reto em poliestireno 22f x 13mm; elástico para capa plástica; filtro bacteriano viral; tubo 11,50 x 8,00 mm de silicone translucido (Figura 1).

 

Sistema de Contenção para Síndromes Respiratórias

 

Esta configuração quando experimentada para administração de VNI e isolamento de paciente submetido à intubação orotraqueal ou não, por monitoramento químico, apresentou-se segura, uma vez que não foi observada a presença da substância cafeína nos sensores sentinela posicionados nos pontos de possíveis fragilidades. A cafeína foi observada somente nos pontos de controle positivo, posicionados no interior do sistema.

O protótipo final apresentado na figura 1 e já testado quimicamente, foi submetido à nova simulação realística em ambiente hospitalar, em que o monitoramento molecular, foi realizado através de aerossolização de 15 mL solução de RNA viral sintético (107 cópias/mL) em um primeiro experimento de VNI. Em um segundo experimento o sistema foi saturado com solução de 15 mL de DNA viral sintético (107 cópias/mL) em simulação de oxigenoterapia de alto fluxo (80 litros de oxigênio por minuto). Os pontos de monitoramento avaliados na experimentação com solução de cafeína foram igualmente monitorados na experimentação com partículas virais sintéticas. Esfregaços com “Swabs” foram coletados e avaliados por qPCR no Centro de Biotecnologia e Terapia Celular do Hospital São Rafael (Salvador – BA). Os resultados de PCR para essa contagem de partículas de ácido ribonucleico e desoxiribonucleico, foram negativas para os pontos de monitoramento de possíveis fragilidades e nos pontos de controle positivo foram observadas. Uma segunda avaliação foi realizada, em que foi utilizada concentração de RNA viral sintético (1010 cópias/mL), extremamente elevada, superior ao utilizado em testes de EPIs como máscaras N95, portanto supra fisiológica. Nesta situação foi possível detectar o RNA em todos os pontos avaliados, no entanto com gradiente de concentração, revelando proteção significativa das áreas externas à capa mesmo em condições extremas.

 

  1. Conclusão

As precauções de isolamento e barreira DO SISTEMA visam reduzir ou eliminar a transmissão direta ou indireta através de aerossóis de paciente infectado para equipe de profissionais da saúde.

Para isso, diante dos resultados obtidos pelos pesquisadores, recomenda-se que o sistema , seja montado com rigor utilizado nos procedimentos experimentais descritos neste documento e com os insumos apropriados,

Recomenda-se a utilização do sistema por no máximo 6 horas ininterruptas, avaliadas em simulação realística.

O presente documento recomenda também que todas as outras diretrizes de segurança devem ser consideradas. E que todos os profissionais responsáveis pela assistência direta ao paciente cumpram as medidas de segurança e conduta estabelecidas em suas unidades de trabalho.

Diante das considerações acima especificadas e os testes realizados, pode-se afirmar que o sistema  é seguro na retenção de partículas virais, desde que obedeça às especificações técnicas de montagem do sistema e utilize pressão negativa com filtração específica utilizando filtro bacteriano viral. Evitando assim a contaminação ambiental na forma de aerossol, servindo como proteção na realização de oxigenioterapia não invasiva sob pressão, com máscaras faciais simples, assim como no uso de oxigênio de alto fluxo. Permite também eficácia no isolamento de pacientes infectados por períodos de até 6 horas.

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